segunda-feira, 26 de abril de 2010

Molhos para Carnes Fria..



Molho de gergelim
Ingredientes:

150 ml da tahine (pasta de gergelin)
150 ml de água
80 ml de suco de limão
2 dentes de alho
½ colher de sobremesa de sal

Modo de fazer:

1Ponha todos os ingredientes no liquidificador e bata

até formar um creme. Se o molho ainda estiver grosso demais,

acrescente um pouco de água.
O molho deve estar cremoso, mas não liquido.

Molho de iogurte e ervas
Ingredientes:

1 copo de iogurte natural, ou natural desnatado
2 colheres de sopa de azeite extra-virgem
1 copo de salsinha
2 colheres de sopa de manjericão
1 colher de sopa cebolinha
Sal e pimenta a gosto
Tabasco a gosto

Modo de fazer:

Ponha todos os ingredientes no liquidificador e triture bem.

Triture até não haver mais pedaços de folhas (eu ponho no turbo do aparelho).


Vinagrete de mostarda
Ingredientes:

1 colher de sopa de mostarda tipo Dijon

1 ½ colher de sopa de vinagre de vinho tinto
1 colher de sopa de suco de limã
¾ copo de azeite de oliva extra-virgem
Sal e pimenta do reino moída na hora, a gosto

Modo de fazer:
Misture numa vasilha a mostarda, o vinagre,
o suco de limão, e o sal. Com um garfo, adicione o
azeite aos poucos, quase no gota a gota, batendo
sem parar para criar um molho bem cremoso.
Vai demorar um pouquinho, mas não deixe de ir
pingando o azeite e batendo sem parar,
para criar uma emulsão.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Molho de pimenta especial



Ingredientes:
10 pimentas vermelhas sem semente
5 dentes de alho
1 cebola média
1 lata de pomarola
1 colher (café) de orégano
1 colher (café) de manjericão
1 colher (sopa) de sal
2 folhas de louro
1 xícara (chá) de óleo
1 xícara (chá) de vinagre ou vinho branco seco
Noz moscada e cheiro verde à vontade

Modo de Fazer:
1.Bater tudo no liquidificador
2.Coloque em um vidro esterilizado e levar à geladeira

Compota de Pimenta

Uma compota de pimenta de sabor picante e levemente adocicado que tanto pode ser servida complementando a sobremesa, quanto acompanhando carnes.
Ingredientes:
1 xícara de chá de Açúcar
4 colheres de sopa de Vinagre balsâmico
4 colheres de sopa de mel
12 Pimentas dedo-de-moça sem sementes cortadas em tiras

Modo de Fazer:
Em uma panela, coloque o açúcar e 2 xícaras (chá) de água. Leve ao fogo até obter uma calda em ponto de fio.
Acrescente o vinagre e o mel e mexa bem
Junte as pimentas e desligue o fogo.
Espere esfriar e sirva com sorvete de chocolate.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Locação e Vendas de Equipamentos para Paellas

Ligue: (43) 30272090 / 99951131

Tachos, 20/25/50 -pessoas

Fogareiro com suporte, 400/500/700 de diametro.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Como Fazer Esfiha


Ingredientes:
Massa:

30g de fermento biológico fresco (ou 10g do instantâneo seco)
1 colher (sopa) de açúcar cristal (ou mascavo)
700g de farinha de trigo
250ml de óleo de milho
375ml de água fria
1 colher (chá) de sal

Recheio:
500g de patinho (ou coxão duro) moído
1 cebola grande picada
2 tomates sem sementes picados (tirei a pele também)
Suco de um limão (não o siciliano)
Sal
Pimenta-do-reino moída
Pimenta síria ou canela em pó

Modo de Fazer:
Comece pelo recheio. Misture todos os ingredientes e acerte o sal. Para essa quantidade usei por volta de 1 colher (chá) tanto de sal como de canela em pó. Mas como sempre, isso depende do seu paladar. Coloque o recheio numa peneira para o excesso de líquido escorra, deixe descansar por 30 minutos, no mínimo. Depois desse tempo, gosto também de pressionar o recheio com as mãos para retirar mais líquido ainda.
Tudo isso para que não embatume a massa. E sim, o recheio vai cru dentro da massa.

Massa:
Misture numa tigela o fermento, açúcar, óleo e o sal. Junte a água e a farinha de trigo aos poucos, pode ser necessário mais farinha (+/- 50g).
Por ter bastante óleo ela não gruda de certa forma, fica lisa e bem brilhosa.
Sove por 10 minutos. Então, separe por bolinhas o tamanho depende de como você quer a sfiha. Lembre-se que a massa “cresce”.
Asse em forno (pré-aquecido) em 200ºC por 20 minutos ou até estarem douradas. Dependendo do tamanho, rende de 30-50 sfihas.

Como Fechar

Há duas maneiras de fechar. A primeira lembra um cone e a segunda é mais rápida, é só “beliscar” a massa.
Então, a parte que é fechada da massa fica para baixo. Ou seja, a junção dos lados vira o fundo da sfiha. Assim, a chance de abrir é menor e fica mais apresentável
.
Victor Hugo

Doce de Abacaxi com Batata Doce


Ingredientes:
400 a 450g de batata doce sem casca cortadas em rodelas de 2cm
150g de açúcar
6 a 8 fatias de abacaxi em calda picado
½ a 2/3 copo de calda do abacaxi
1 ½ colher de sopa de manteiga

Modo de Fazer:
Deixe as batatas submersas na água durante 1 hora.
Em uma panela com água, leve as batatas para cozinhar em fogo alto e, assim que levantar fervura, abaixe o fogo, e cozinhe por mais 3 a 4 minutos.
Assim que as batatas estiverem cozidas, retire imediatamente toda a água.
Polvilhe 2/3 da quantidade de açúcar nas batatas (isso fará com que o purê fique bem liso ao passar pela peneira).
Com o auxílio de uma colher, passe as batatas pela peneira.
Acrescente o caldo do abacaxi, o restante do açúcar e leve para engrossar, mexendo sempre para não grudar no fundo da panela.
Retire a panela do fogo, acrescente o abacaxi picado e a manteiga, não esquecendo de dar uma leve mistura.
Típica Japonesa

domingo, 17 de janeiro de 2010

Quindão


Ingredientes:
18 gemas peneiradas.
Meio quilo de açúcar.
1 colher (sopa) de margarina.
2 pacotes de coco ralado.
2 vidros de leite de coco.

Modo de Fazer:
Bater as gemas e o açúcar no liquidificador até que fique branco.
Acrescente o resto dos ingredientes e bata mais um pouco até que tudo fique bem misturado.
Unte uma forma de furo no meio com margarina e açúcar.
Leve para assar em banho Maria até que o coco fique bem dourado.
Desenformar frio.

Pavê Formigueiro


Ingredientes:

Cobertura

3 claras
¼ xícara (chá) de chocolate granulado
4 colheres (sopa) de açúcar
1 lata de creme de leite (sem soro) gelado

Creme de baunilha
1 xícara (chá) de leite condensado
1 xícara (chá) de leite
¼ xícara de chocolate granulado
3 gemas
Essência de baunilha a gosto

Creme de chocolate
2 xícaras (chá) de leite
2 colheres (sopa) de amido de milho
2 colheres (sopa) de chocolate em pó
6 colheres (sopa) de açúcar

Modo de Fazer:
Creme de baunilha: misture os ingredientes, coloque em uma panela e leve ao fogo. Cozinhe até o creme engrossar, retire do fogo e deixe esfriar levemente. Adicione o chocolate e misture muito delicadamente para que o chocolate não derreta totalmente. Despeje a mistura em um refratário e leve à geladeira por 15 minutos.
Creme de chocolate: misture os ingredientes, coloque em uma panela e leve ao fogo para engrossar. Deixe esfriar levemente e despeje sobre o creme de baunilha.
Cobertura: bata as claras em neve e adicione o açúcar batendo um pouco mais; misture o creme de leite. Cubra o refratário com este creme e salpique com chocolate granulado. Leve para gelar por 12 horas.

Tiramissú


Ingredientes:
200g de biscoitos tipo inglês (com açúcar fino)

Calda de Café:
250ml de calda tradicional
120ml de café bem forte e frio
50ml de conhaque de boa qualidade
30ml de licor Creme de Cacau

Creme:
3 gemas de ovos peneiradas
200g de açúcar peneirado
1 colher (chá) essência de baunilha
2 colheres (sopa) de conhaque
300g de creme de Iogurte Top Therm (dessorado por 12 horas)
200g de ricota fresquíssima, passada pela peneira
1 lata de creme de leite gelado e sem o soro
150g de chantilly batido normalmente e estabilizado
1 colher (chá) de gelatina branca sem sabor
2 colheres ( sopa) de água fria

Recheio:
250g de chantilly batido normalmente
50g de chocolate meio-amargo ralado grosso

Cobertura para decoração:
1/3 xícara (chá) de cacau em pó peneirado
Grãos de Café (para decorar)

Modo de Fazer:
Misture todos os ingredientes para preparar a calda de café e mergulhe os biscoitos nessa calda. Reserve para empregar na montagem.

Creme:
Bata na batedeira as gemas, açúcar e a baunilha até obter uma gemada esbranquiçada. Junte o conhaque e bata bem. Reserve. Bata no processador o creme de Iogurte Top Therm, e a ricota até obter um creme homogêneo. Junte o creme de gemas reservado e bata rapidamente. Por último, acrescente o creme de leite, aos poucos e envolva delicadamente com auxílio de um fouet. Empregue na montagem.

Montagem do Tiramisú:
Utilizando uma taça com o pé alto, intercale camadas de creme, biscoitos umedecidos na calda de café, pequenas colheradas de chantilly, chocolate ralado, repita novamente todas as camadas e finalize com creme. Deixe gelar até o dia seguinte e, no momento de servir, decore a gosto.
Álvaro Rodrigues

Banana Caramelizada


Ingredientes:
04 bananas nanicas sem casca
02 claras
01 xícara (chá) farinha de trigo peneirada.
½ xícara (chá) água.
½ xícara (chá) amido de milho.
02 colheres (sopa) fermento em pó.
01 colher (chá) óleo de soja.
01 litro de óleo

Caramelo:
02 xícaras (chá) açúcar.
½ xícara (chá) água.
01 colher (sopa) vinagre

Modo de Fazer:

Caramelo:
Em uma panela misture a água, açúcar e o vinagre e deixe em fogo baixo durante 20 minutos ou até dar o tom de dourado.

Banana:
Corte as bananas em cinco partes cada. Misture as claras e a água e emulsione. Após isso, acrescente amido, farinha e o óleo e misture bem. Coloque as bananas na massa e frite sob imersão até ficar dourado e retire. Passe as bananas fritas no caramelo e sirva.

Abacaxi com Hortelã


Ingredientes:
3 copos (tipo requeijão) de açúcar
1/2 xícara (chá) de água
1 abacaxi inteiro descascado
1 maço pequeno de hortelã fresca picada
1 xícara (chá) de creme de leite fresco

Modo de Fazer:
Numa panela de pressão coloque açúcar, água, abacaxi descascado e hortelã fresca picada.
Feche a panela e leve para o fogo médio.
Após pegar pressão, conte 10 minutos.
Retire a pressão imediatamente e acrescente creme de leite fresco.
Corte o abacaxi em fatias e sirva com sorvete de sua preferência.

Creme de Morango


Ingredientes:
2 latas de leite condensado
2 latas de creme de leite
1 copo de iogurte natural
1 pacote de refresco artificial sabor morango

Modo de Fazer:
Bata todos os ingredientes no liquidificador. Coloque em potinhos ou em um refratário grande. Decore com morangos.

Paçoca de Carne Seca


Ingredientes:
1kg de carne seca
1 maço de cheiro verde amarrado para cozinhar a carne
1 cebola roxa picada
1 xícara (chá) cheiro verde picado para refogar
1 pimenta vermelha fresca (dedo de moça)
1 xícara (chá) de óleo de milho
Aproximadamente 150g de farinha de mandioca crua - até dar o ponto

Utensílios:
1 pilão de pau grande
1 mão de pilão pesada e arredondada nas pontas (socador)
1 panela de ferro
1 frigideira

Modo de Fazer:
Deixe a carne de molho no dia anterior. Retire da água e corte em cubos não muito grandes. Cozinhe a carne com o maço de cheiro verde durante 20 minutos. A parte, pique a cebola, o cheiro verde e a pimenta vermelha sem as sementes. Coloque numa frigideira com uma colher (sopa) de óleo e refogue. Reserve. Escorra bem a carne seca e frite numa panela de ferro com o óleo. Quando estiver bem frita jogue os temperos refogados e mexa. Desligue o fogo. Jogue um punhado de farinha de mandioca no pilão, alguns pedaços de carne seca misturada aos temperos, mais um punhado de farinha e vá pilando (socando) com energia. A medida que a carne desfia e se mistura a farinha, coloque mais carne e mais farinha. Prove a consistência da paçoca para que não fique muito molhada nem muito seca. O ponto ideal é quando está úmida e bem desfiada.


Dica: para provar o ponto ideal ponha uma porção num prato e faça um pequeno bolinho com a ponta dos dedos, deve ficar ligado porém não molhado.
Tipica Brasil.

Paella de Bacalhau


Ingredientes:
300ml azeite
1,5 kg de bacalhau dessalgado e desfiado (cuidado com as espinhas)
500g de tomate concassé
5 dentes de alho, picados
1 colher (sopa) de páprica doce
1 colher (chá) de páprica picante
1 xícara (chá) de tavella deixada de molho 12 a 24 horas
2 kg de acelgas cortadas e bem lavadas em água
2500 ml de caldo de peixe
2 envelopes de paellero
700 g de arroz
Sal se necessário

Modo de Fazer:
Numa paella de 50 cm, colocar o azeite e refogar bem o bacalhau. Reservar.
No azeite de fritar o bacalhau refogar o tomate e o alho.
Juntar as pápricas e refogar ligeiramente.
Acrescentar as tavellas e refogar bem.
Acrescentar as acelgas e refogar bem.
Colocar o caldo e co paellero. Deixar ferver. Corrigir o sal.
Acrescentar o arroz e espalhá-lo bem.
Cozinhar 10 minutos em fogo alto e 10 minutos em fogo baixo.
Deixar o arroz um pouco molhado e deixá-lo descansar uns minutos.

Tipica Espanhola.

Torta de Cebola


Ingredientes:
Um pouco de margarina para a forma
25 gramas fermento fresco
60 gramas de margarina
1 pitada boa de açúcar
375 gramas de trigo
1 pitada de sal
1 ovo fresco
250 ml Leite

Ingredientes do recheio:
150 gramas de bacon de gordura média (da costela)
Pimenta preta (se possível em grãos ralados)
Um pouco de cominho em grãos
Um pouco nos-moscada
500 gramas de nata
1 quilo de cebolas
4 Ovos

Modo de Fazer:
Esfarelar o fermento no leite morno e acrescentar um pouco de açúcar e um pouco do trigo e misturar. Deixar a massa de lado por 10 minutos, num lugar sem ventilação e umidade, com um pano encima da tigela. Com o trigo restante, fazer uma nova massa, acrescentar a pitada de sal, a margarina e o ovo e misturar bem até a massa se soltar da tigela. Colocar esta segunda massa, coberta por um pano, num lugar sem ventilação e sem umidade por 20 minutos. Esquentar o forno para a temperatura máxima. Cortar as cebolas em rodelas finas. Cortar o bacon em pequenos cubos. Juntar numa panela e os refogar, adicionando o cominho, pimenta e nos moscada a gosto. Colocar um pouco de margarina numa forma redonda (de pizza). Colocar a massa esticada encima e fazer uma borda. Colocar os cebolas. Misturar os ovos com a nata e colocar tudo encima. Colocar a torta por aproximadamente 40 Minutos no Forno, até ficar marrom dourado.

Receita enviada por Angelita Lamb de Lima

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Esta delicia em sua casa!!!


Paellas:
Valenciana,
Fideuá, Campesina,
Marineira, Negra
(43) 9995-1131

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

HISTÓRIA DA PAELLA

A Paella surgiu na Espanha, nos séculos XV e XVI, na região de Valência, situada na costa leste. Os camponeses saiam para trabalhar no campo levando apenas arroz, óleo de oliva e sal. Usavam para cozinhar uma panela redonda, raza, com 2 alças, a qual chamavam de "Paella". O formato facilitava o cozimento do arroz e dos ingredientes, por ficarem distribuídos por igual. Atualmente esta panela também é conhecida como "paellera", principalmente para diferenciar o utensílio do prato.
Além do arroz eram adicionados ingredientes típicos do campo, tais como carne de caça, principalmente lebre e coelho, vagem e ervilhas. O ingrediente que mais caracteriza a Paella é o açafrão - especiaria retirada de uma flor, que dá ao arroz o colorido amarelado.
Passado o tempo foram acrescidos outros ingredientes, principalmente os frutos do mar. Hoje, há uma diversidade de receitas e a Paella Valenciana passou a ser um prato misto, composto de carnes e frutos do mar.
Dizem que o nome Paella surgiu do hábito dos camponeses, que após longos períodos no campo, ao chegarem saudosos das suas esposas preparavam esse delicioso prato "Para ella".

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Mitos e Verdades na Hora de Escolher Azeite de Olivia

O interesse pelo azeite de oliva tem aumentado muito ultimamente. No entanto, permanecem as velhas confusões - mitos, na verdade - que pouco ajudam o consumidor na busca de um produto adequado às suas necessidades nos pontos-de-vendas. Conheça alguns mitos comuns e algumas verdades necessárias para comprar azeites de boa qualidade...
Azeites de oliva de primeira prensagem são melhores?
Mito - Trata-se de uma informação que induz ao erro de imaginar que existe uma segunda prensagem e que a qualidade do azeite de oliva virgem vai piorando a medida que o processo progride. Na verdade, todos os azeites de oliva virgens, bons ou ruins, nos dias de hoje, resultam de uma primeira prensagem, portanto não é esse um fator que define a qualidade do produto.

Azeites de oliva com baixa acidez baixa são mais gostosos ou intensos?
Mito - A acidez é um fator de classificação importante do azeite de oliva virgem, mas não serve para indicar a qualidade sensorial do produto. É impossível fazer a associação quanto menor for a acidez, mais gostoso será o azeite de oliva. O sabor e o aroma do produto é resultado de um complexo equilíbrio de pelo menos 70 compostos diferentes (cetonas, éteres, alcoóis, entre outros) que são transmitidos em gradações diversas, primariamente, pela variedade e pela maturação dos frutos no momento do processamento e, secundariamente, pelo micro clima e pelo solo em que a árvore está plantada. Já a acidez, que aliás nada tem a ver com o pH que aprendemos nas aulas de química, é gustativamente imperceptível. No entanto, esse índice tem um outro valor: a acidez tende a ser menor quando a coleta e o processamento das azeitonas é bem feito. Por isso é comum que bons azeites tenham acidez baixa. No entanto é possível encontrar um azeite com grau de acidez baixo, mas com pouca personalidade, pouco aroma e de sabor apagado e, também o contrário, um azeite com acidez um pouco mais alta, mas de presença marcante na boca.

Azeites são melhores quando jovens?
Verdade - O primeiro fator de qualidade sensorial é bastante simples: a data de fabricação. O azeite de oliva, ao contrário de alguns vinhos, é tanto melhor quanto mais jovem. Apesar de não ser correto afirmar que qualquer azeite de oliva, por ser jovem, é automaticamente melhor do que outro mais antigo, um determinado azeite será sempre melhor no começo de sua vida do que no fim dela.

Azeites de oliva de cor verde são mais fortes?
Mito - A cor é outro atributo que também não influi na qualidade sensorial do azeite. A cor verde é resultado da quantidade de clorofila (pigmento de cor verde) presente no produto. A clorofila transmite ao azeite de oliva, além dos tons esverdeados, notas sensoriais mais amargas. Todos os demais aspectos sensoriais não podem ser avaliados pela cor do azeite de oliva. Os mais verdes, normalmente, resultam da prensagem de frutos iniciais da colheita.

Azeites de Oliva são saudáveis porque não têm colesterol?
Mito - Às vezes encontra-se inscrito em embalagens de azeite de oliva a expressão "Sem Colesterol". Trata-se de outro apelo que não vale muito, pois todo o alimento de origem vegetal não contém colesterol. Isso vale para a abóbora, o azeite de oliva ou o óleo de soja. Não é a ausência de colesterol que justifica a aquisição de azeite de oliva.

A degustação é o único caminho de avaliação?
Verdade - Bons azeites de oliva são aqueles que têm uma história sensorial para contar, são complexos, apresentam corpo, evoluem em transições sensoriais diversas e permanecem com seu retro gosto. O conjunto desses atributos manifesta uma personalidade. Por isso, degustar é a melhor maneira de estabelecer preferências. Dessa forma é um bom hábito provar uma pequena porção do produto puro logo depois da compra. Com o tempo, o seu paladar se converterá em sua bússola e deixará claro qual é a sua preferência.

Como degustar o azeite de oliva virgem espanhol:
Coloque cerca de 20 mililitros do azeite de oliva a ser degustado em um copo pequeno, de preferência opaco - assim a cor do produto não irá afetar seu julgamento. Tampe com uma das mãos a superfície superior do copo e coloque a outra mão por baixo do copo visando aquecê-lo. Permaneça assim por cerca de 30 segundos. Esse procedimento irá concentrar os aromas do azeite de oliva e o ajudarão a identificá-los. Em seguida, aspire os aromas do copo e procure identificar a natureza dos aromas. Dependendo da variedade, podem lembrar, ervas recém cortadas, maçãs verdes, frutos secos, abacate, notas cítricas assim por diante.

Em seguida, sorva vigorosamente um pouco do azeite - o barulho é desagradável, mas ajuda a perceber melhor todos os sabores do azeite de oliva. Você vai sentir, em graus diferentes, uma sensação doce na ponta da língua, outra amarga na parte superior da língua e uma sensação picante na base da língua, perto da garganta. Dependendo da intensidade de cada uma dessas sensações e de suas transições, uma história sensorial será contada. Pode agradar ou não, mas um azeite de oliva que proporciona essas sensações tem algo a dizer e merece respeito.

Fonte: Azeite sua vida

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Cueca Virada


Ingredientes:
50 g de fermento fresco
100 ml de leite morno
500 g de farinha
3 ovos inteiros
100 g de açúcar
50 g de margarina
1 pitada de sal

Modo de Fazer:
Dissolver 50 gr de fermento e 100 ml de leite morno
Misture a farinha, os ovos, o açúcar, a margarina, o sal, e depois o leite e o fermento
Descanse por ± 30 min para crescer
Amasse e corte em retângulos e fazer um corte no meio do retângulo para virar e descansar por mais 10 min
Frite em óleo quente a 180°
Passar no açúcar com canela

Rabanadas


Ingredientes:
1 lata de Leite condensado
1 colher (chá) de essência de baunilha
20 fatias de pão francês , amanhecidas
3 ovos , bem batidos
óleo , para fritar
açúcar , para polvilhar
canela em pó , para polvilhar

Modo de Fazer:
Misture bem o Leite Moça com uma xícara (chá) de água e a baunilha. Mergulhe cada fatia de pão nessa mistura, deixe embeber e escorra o excesso com um garfo. Em seguida, passe as fatias na mistura de ovos batidos. Escorra e frite-as no óleo não muito quente, deixando-as dourar por igual. Ponha sobre papel absorvente, para escorrer o excesso de gordura. Polvilhe açúcar e canela e sirva.

Dicas: em vez de polvilhar as rabanadas com açúcar e canela, experimente enriquecê-las com uma calda de açúcar. Leve ao fogo brando uma xícara e meia (chá) de água e três xícaras iguais de açúcar, com três cravos-da-índia e raspas de limão. Quando ferver, coloque as rabanadas já fritas. Deixe no fogo por alguns minutos. Ponha no prato de servir e polvilhe com canela.